quarta-feira, 14 de abril de 2010

Texas 14 de abril de 1810

Texas 14 de abril de 1810

O homem acorda sabendo que terá um dia muito difícil, pois um grupo marginal quer dominar suas terras e roubar seu gado, ele sente medo, mas não demonstra para que sua família se sinta segura em suas terras, mas ele sabe que pode morrer a qualquer momento para salvar aquilo que ele acredita e tudo que tem sua família: uma mulher e três crianças. Ele tem um olhar meio perdido esta sem coragem de mandar sua família se esconder – ele teve uma idéia; poderia pegar sua arma e acabar com tudo ele tem cinco munições daria pra salvar um por, por um de um maior sofrimento, ele caminha ate a gaveta pega sua arma e vêm certos pensamentos: queria ver minha velhice ver meus filhos crescerem ver o rosto de meus netos, não posso me deixar abalar tenho que ser forte. Mesmo que eu morra vou esconder minha mulher e as crianças no seleiro esse é o pensamento de um homem, não vou deixar que ninguém toque na minha família.

E o tempo passa e um calafrio vem subindo pelo espinhaço o jovem fazendeiro que tremas mais que vara verde – sua mulher lhe pergunta sem saber de nada: o que esta acontecendo homem ¿, você ate agora não almoçou esta sem comer desde cedo e trancado nesse quarto o que faz com essa arma na mão ¿

- Ele responde: recebi uma carta de um grupo marginal eles querem nossa fazendo e nosso gado.

- Mulher: vamos fugir pra bem longe não podemos ficar aqui todos morreremos!

-Ele: Nunca! Não vou deixar que eles queimem minha fazenda aquele bando de malditos urubus deixarei cada um deles com mais alguns buracos de entrada e saída, ouvi alguns boatos sobre eles que matam todos e destroem tudo não perdoam nem as crianças nunca deixarei que cheguem perto de meus filhos, eu ficarei para que vocês fujam.

O homem sabe que essa escolha custara sua vida e cria coragem pra pega sua arma coloca em sua cintura, acende um cigarro, ajuda sua mulher a arrumar as malas e as crianças. Nada deixa um corte tão fundo em ver seus filhos sem saber o que esta acontecendo, suas pernas tremem um suor frio um ódio de incapacidade junto com a esperança de viver ele sente pela primeira vez o Cramunhão queimar em seu peito


Parte 1

3 comentários:

  1. Fiquei curiosa para conhecer a saga desse tão importante personagem.. qual seu nome??

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  2. Fala cabeça de melão... Tudo jóia? Curti o conto, vou ler tudin. XD ;* bjao cabeçudo

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  3. Muito interessante, o senhor escreve muito bem.

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