quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"Andei fazendo uma lista de tudo que não ensinam na escola. Não ensinam a amar. Não ensinam a ser famoso. Não ensinam a ser rico ou pobre. Não ensinam a se afastar de alguém que você não ama mais. Não ensinam a saber o que se passa na cabeça dos outros. Não ensinam o que dizer a alguém moribundo. Não ensinam nada que valha a pena saber"

Neil Gaiman

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Este é o fim
Belo amigo
Este é o fim
Meu único amigo, o fim
Dos nossos elaborados planos, o fim
De tudo que permanece, o fim
Sem salvação ou surpresa, o fim
Eu nunca olharei em seus olhos...de novo
Voce pode imaginar o que será?
Tão sem limites e livre
Precisando desesperadamente...de alguma...mão de estranho
Numa terra desesperada ?

The doors - The End

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Perguntas

Tem dias que a gente acorda e nada parece concreto, vidas parecendo sonhos um vazio que parece ser preenchido com algodão de ursinhos de pelúcia que quando a gente aperta parece que não tem nada, o sentimento de falta, mas falta o que ?

Uma irrealidade que não consigo explicar mas posso sentir de uma forma tão forte como dor de cabeça. Como se tivesse chegado a hora de mudar tudo ou alguma coisa trocar os moveis de lugar arriscar um pouco mais, mas o que tenho pra arriscar?

Será que vivo minha vida de forma correta?

Quantas vezes a gente se faz essa pergunta?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A fantasia do eu

O mundo precisa de mais poesia para trazer toda a magia e fantasia de quando tínhamos nossos dentes de leite e acreditávamos na magia das coisas que nuvens eram feita de algodão doce e que o céu era azul por “deus” ser menino o conhecimento nos corrompe fazendo acabar nossa magia de acreditar que tudo é fácil como respirar.

A magia de criar nossos próprios planetas criar nossos amigos e não ter medo de criar e acreditar que tudo é muito fácil.

domingo, 10 de outubro de 2010

Sonhos Americanos

Conceder
Conformidade
Assimilação
Submissão
Ignorância
Hipocrisia
Brutalidade
A elite
Todos esses são sonhos americanos

(RATM- Know Your Enemy)


Onde tudo se perde.
Muitas coisas se passam no meu mundo de fantasia, onde já fiquei tão sozinho que achei que tinha alguém.
mas nos dias de calor eu poderia andar pelos bosques imaginários que ate para a imaginação eu estava invisível , precisava tomar forma precisa ter uma essência, uma alma nos dias de inverno, me recolhia com a minha solidão onde jogava lenha na fornalha da esperança acreditando que assim o inverno que vinha de dentro de mim poderia aquecer o que eu não podia ter e acabava por deixar toda minha terra de fantasia, que estava em chamas e eu não podia fazer nada só olhar aquilo que não era da minha imaginação mas parecia minha realidade.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Olhar da janela

Gosto do barulho que a chuva faz, é como uma bela toada para o espírito, gosto de quando ela molha o asfalto lembra a infância, gosto de quando a chuva molha meu rosto parece um batismos.

Eu poderia ser como a chuva, mas acredito não Ser tão sereno e trazer paz e esperança e diversão como a chuva.

Tudo é regado e renovado por essa maravilha.

Talvez seja por isso que gosto de olhá-la e me apaixonar a cada gota de chuva.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Amor de Padaria

Tenho vários amores abstratos,

Mas você e meu amor que me trás prazer em estar

Em sua companhia me traz uma certa felicidade momentânea

Que às vezes nem o grito da liberdade da alma poderia pagar

Faz eu me sentir completo não pela felicidade dos meus olhos

Que brilham em ver você, mas sim por um brilho

Completo que talvez possa se chamar AMOR.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Capítulo 1 parte 3


Ele rasteja pelo chão de sua casa olha em sua volta tenta achar um lugar para se esconder melhor; ele sente tanto medo, mas sua vontade de viver parece ser maior, ele se esconde e uma falsa calma domina o lugar quando uma risada corta o silêncio HEHEHE... ! HEHEHE...!

Um dos homens fala: Acho que esse rato comeu do veneno certo, os “arubu” comeu o rato HEHEHE...! vamo “persoar” esse caipira agora esta contando sua estória de morto pro cão

Pé de bode da uma oiada pra ver ser tem alguém no seleiro se tiver trás pra a gente ver.

O homem escondido tem medo ele não sabe atirar as únicas vezes que teve que atirar foram

em latas ele se sente um covarde um enorme rato, será que aqueles homens tinham razão. - Ele escuta passos vindo na direção da porta treme e teme em puxar o gatilho.

A porta se abre bem de vagar com um barulho de falta de óleo das dobradiças, ele não pensa abre fogo na direção da porta Bang, bang, dois tiros ele não escuta o som do corpo batendo no chão, seu coração acelera um suor frio escorre por sua face.

Ele pensa: maldita incapacidade agora tenho três munições.

Seus pensamentos são cortados quando um grande estrondo vem de alguma das janelas quebradas, algo muito rápido entrou e o segura pelo pescoço no chão, ele pode ver o face do demônio que vai levar sua vida era um homem de barba por fazer lhe faltava alguns dentes e tinha um cheiro de carniça um olhar sanguinário de quem já tinha matado muitos um chapéu marrom e estava muito sujo de sangue e em suas mãos tinha uma bela faca de uns 20 centímetros pronta pra perfurar suas tripas, Ele tem o medo no olhar e a "mão de deus" em sua mão, um silencio... que chega a dar agonia nas vísceras bang, bang um grande susto para os que estavam de fora.

A mulher foge com as crianças, um certo vazio bate em seu peito como se algo de terrível estivesse para acontecer ou já estivesse acontecido ela olha as crianças e chora por não saber o que fazer e pensa: Irei voltar não posso ficar sem saber o que esta acontecendo.

- Elas diz ao seu filho mais velho para que guie a charrete para casa de seus avós que ela ira voltar.

Quando esta voltando ela avista de longe que 3 dos marginais estão indo em sua direção, seu coração dispara ela abre a mala que carrega dentro tem um rifle.

ela tira o rifle olha na massa de mira e atira, BANG, de longe ela olha o corpo sem vida cair e ficar com o pé preso no estribo e o corpo se arrasta no chão. Ela cria confiança recarrega o rifle.

O outro homem abre fogo em sua direção, ela percebe que ele esta com medo e novamente olha na massa de mira e o segue com a justiça dos homens e abre fogo BANG.

O homem tira o corpo de cima dele, ele tem uma faca presa em seu ombro é isso dói muito, mas agora ele tem confiança sabe que sua família deve estar longe nesse momento ele so tem uma munição guarda sua arma na cinta respira fundo para tentar tirar a faca de seu ombro mas ele tem o medo e o ódio é como se tivesse um demônio em seu coração que o faz querer viver agora é por honra.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

parte 2

O homem escuta o som do vento soprando por alguns instantes, ele se pergunta onde esta Deus? E lagrimas caem de seu rosto por se sentir um covarde, nada pra um homem do oeste e mais humilhante que pensar em fugir e só ele sabe quanto sofreu para conseguir aquelas terras que era fruto de duas gerações. E o som de dentro da casa volta aos seus ouvidos ele olha para o lado vê sua mulher gritar: vamos homem não vale à pena morrer dessa forma podemos começar uma nova vida em algum lugar. Ele para e pensa “devo ser honesto... comigo mesmo”, não deixarei que levem meus sonhos se levarem meus sonhos não terei vida e ele acende seu segundo cigarro e cria coragem desce as escadas acompanhando sua família abre a porta para sua mulher ajeita os cavalos, olha para o céu diz coisas que só ele entende, não faz promessas, as crianças choram mas isso não o abala mais ele sente raiva muita raiva de sua incapacidade suas mãos tremem muito nesse momento.

Ele desperta daquele momento, faz os cavalos fugirem com sua família em meio à planície segura sua arma como se fosse a mão de Deus sua única segurança de poder ver sua família, ele senta em uma cadeira na varanda da sua casa de onde se pode ver o gado o seleiro uma ótima vista pra quem tem suas horas contadas, quando escuta sons de tiros e gritos ele treme e sua mão começa a molhar de suor ele sente uma vontade animal de fugir, Um grito sai de sua mente para sua boca CHEGAAAAAAAAAA... os homens param de gritar e dar tiros para o alto, agora ele vê quem são seus inimigos são seis urubus de porteira, os homens se aproximam, mas ainda não da para ver aquelas caras de demônio que estavam ali para indicar o seu fim – um dos homens grita: Quem esta ai eu não avisei que viria e que essas terras são minhas ?

-ele responde: Avisou sim mas pensei que um homem com alguns pedaços de chumbo não precise de terras já que tem chumbo pelo corpo.

O homem escuma pela boca de raiva e grita: seu Filho de uma vaca magra seus segundos estão contados vou te matar e colocar seus pedaços para os coiotes.

Ele grita: Acredito que os coiotes precisam de mais alimentos quem sabe 6 corpos em pedaços possam alimentar eles meio ainda ?

O homem fica com muita raiva e começa a atirar... Bang, bang, bang e o chumbo perfura suas vidraças e destroem alguns pequenas coisa que estavam em cima da lareira.

Ele grita, vibra com quilo, sensação de esta quase morta lhe da vontade de viver sua tremedeira passa, ele olha pela janela quebrada o homem recarrega sua arma em quanto os outros homem estão rindo e municiando suas armas.

Um dos homens grita: Oia acabei de ver um gabiru bizoiando pela toca vou dar uma dose de chumbo do cão nesse raaato!

Ele logo responde: Eu adoro colocar fogo no rabo de alguns urubus de porteira assim eles ficam sabendo que seu lugar e voando.

Aumenta o volume de tiros na direção da casa Bang, bang, bang, bang, bang, bang... ele se encolhe parecendo um cachorro com frio e sente o cramunhão queimar em seu peito pela segunda vez um ódio sem limites queima dentro de seu peito.

Texas 14 de abril de 1810

Texas 14 de abril de 1810

O homem acorda sabendo que terá um dia muito difícil, pois um grupo marginal quer dominar suas terras e roubar seu gado, ele sente medo, mas não demonstra para que sua família se sinta segura em suas terras, mas ele sabe que pode morrer a qualquer momento para salvar aquilo que ele acredita e tudo que tem sua família: uma mulher e três crianças. Ele tem um olhar meio perdido esta sem coragem de mandar sua família se esconder – ele teve uma idéia; poderia pegar sua arma e acabar com tudo ele tem cinco munições daria pra salvar um por, por um de um maior sofrimento, ele caminha ate a gaveta pega sua arma e vêm certos pensamentos: queria ver minha velhice ver meus filhos crescerem ver o rosto de meus netos, não posso me deixar abalar tenho que ser forte. Mesmo que eu morra vou esconder minha mulher e as crianças no seleiro esse é o pensamento de um homem, não vou deixar que ninguém toque na minha família.

E o tempo passa e um calafrio vem subindo pelo espinhaço o jovem fazendeiro que tremas mais que vara verde – sua mulher lhe pergunta sem saber de nada: o que esta acontecendo homem ¿, você ate agora não almoçou esta sem comer desde cedo e trancado nesse quarto o que faz com essa arma na mão ¿

- Ele responde: recebi uma carta de um grupo marginal eles querem nossa fazendo e nosso gado.

- Mulher: vamos fugir pra bem longe não podemos ficar aqui todos morreremos!

-Ele: Nunca! Não vou deixar que eles queimem minha fazenda aquele bando de malditos urubus deixarei cada um deles com mais alguns buracos de entrada e saída, ouvi alguns boatos sobre eles que matam todos e destroem tudo não perdoam nem as crianças nunca deixarei que cheguem perto de meus filhos, eu ficarei para que vocês fujam.

O homem sabe que essa escolha custara sua vida e cria coragem pra pega sua arma coloca em sua cintura, acende um cigarro, ajuda sua mulher a arrumar as malas e as crianças. Nada deixa um corte tão fundo em ver seus filhos sem saber o que esta acontecendo, suas pernas tremem um suor frio um ódio de incapacidade junto com a esperança de viver ele sente pela primeira vez o Cramunhão queimar em seu peito


Parte 1

Boa noite pessoal !

Essa é a primeira parte do meu conto Texas 14 De Abril 1810.

Eu como todo garoto que gosta de ler Tex e ver um bom filmes de bang, bang tive a juvenil ideia de fazer contos sobre esse tempo fantástico que é o "Wild West" regado a muito Bobby Bare para ajudar na criação do contos e personagens, alem dos contos vou postar algumas coisas do meu dia a dia também.

Pessoal sejam bem vindos a terra do oeste selvagem vamos aos contos antes que eu abra uma saida de ar na sua cabeça.
peguem bastante munição garotos e garotas pois nessa terra quem manda e quem tem o dedo mais rápido do oeste espero que você seja honesto (claro que você tem que ser honesto com você mesmo ) saiba escapar da forca e saiba seu papel nesse lugar sem lei, já estou com dedo coçando para mandar alguém dar as boas vindas ao cão.