quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Perguntas

Tem dias que a gente acorda e nada parece concreto, vidas parecendo sonhos um vazio que parece ser preenchido com algodão de ursinhos de pelúcia que quando a gente aperta parece que não tem nada, o sentimento de falta, mas falta o que ?

Uma irrealidade que não consigo explicar mas posso sentir de uma forma tão forte como dor de cabeça. Como se tivesse chegado a hora de mudar tudo ou alguma coisa trocar os moveis de lugar arriscar um pouco mais, mas o que tenho pra arriscar?

Será que vivo minha vida de forma correta?

Quantas vezes a gente se faz essa pergunta?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A fantasia do eu

O mundo precisa de mais poesia para trazer toda a magia e fantasia de quando tínhamos nossos dentes de leite e acreditávamos na magia das coisas que nuvens eram feita de algodão doce e que o céu era azul por “deus” ser menino o conhecimento nos corrompe fazendo acabar nossa magia de acreditar que tudo é fácil como respirar.

A magia de criar nossos próprios planetas criar nossos amigos e não ter medo de criar e acreditar que tudo é muito fácil.

domingo, 10 de outubro de 2010

Sonhos Americanos

Conceder
Conformidade
Assimilação
Submissão
Ignorância
Hipocrisia
Brutalidade
A elite
Todos esses são sonhos americanos

(RATM- Know Your Enemy)


Onde tudo se perde.
Muitas coisas se passam no meu mundo de fantasia, onde já fiquei tão sozinho que achei que tinha alguém.
mas nos dias de calor eu poderia andar pelos bosques imaginários que ate para a imaginação eu estava invisível , precisava tomar forma precisa ter uma essência, uma alma nos dias de inverno, me recolhia com a minha solidão onde jogava lenha na fornalha da esperança acreditando que assim o inverno que vinha de dentro de mim poderia aquecer o que eu não podia ter e acabava por deixar toda minha terra de fantasia, que estava em chamas e eu não podia fazer nada só olhar aquilo que não era da minha imaginação mas parecia minha realidade.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Olhar da janela

Gosto do barulho que a chuva faz, é como uma bela toada para o espírito, gosto de quando ela molha o asfalto lembra a infância, gosto de quando a chuva molha meu rosto parece um batismos.

Eu poderia ser como a chuva, mas acredito não Ser tão sereno e trazer paz e esperança e diversão como a chuva.

Tudo é regado e renovado por essa maravilha.

Talvez seja por isso que gosto de olhá-la e me apaixonar a cada gota de chuva.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Amor de Padaria

Tenho vários amores abstratos,

Mas você e meu amor que me trás prazer em estar

Em sua companhia me traz uma certa felicidade momentânea

Que às vezes nem o grito da liberdade da alma poderia pagar

Faz eu me sentir completo não pela felicidade dos meus olhos

Que brilham em ver você, mas sim por um brilho

Completo que talvez possa se chamar AMOR.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Capítulo 1 parte 3


Ele rasteja pelo chão de sua casa olha em sua volta tenta achar um lugar para se esconder melhor; ele sente tanto medo, mas sua vontade de viver parece ser maior, ele se esconde e uma falsa calma domina o lugar quando uma risada corta o silêncio HEHEHE... ! HEHEHE...!

Um dos homens fala: Acho que esse rato comeu do veneno certo, os “arubu” comeu o rato HEHEHE...! vamo “persoar” esse caipira agora esta contando sua estória de morto pro cão

Pé de bode da uma oiada pra ver ser tem alguém no seleiro se tiver trás pra a gente ver.

O homem escondido tem medo ele não sabe atirar as únicas vezes que teve que atirar foram

em latas ele se sente um covarde um enorme rato, será que aqueles homens tinham razão. - Ele escuta passos vindo na direção da porta treme e teme em puxar o gatilho.

A porta se abre bem de vagar com um barulho de falta de óleo das dobradiças, ele não pensa abre fogo na direção da porta Bang, bang, dois tiros ele não escuta o som do corpo batendo no chão, seu coração acelera um suor frio escorre por sua face.

Ele pensa: maldita incapacidade agora tenho três munições.

Seus pensamentos são cortados quando um grande estrondo vem de alguma das janelas quebradas, algo muito rápido entrou e o segura pelo pescoço no chão, ele pode ver o face do demônio que vai levar sua vida era um homem de barba por fazer lhe faltava alguns dentes e tinha um cheiro de carniça um olhar sanguinário de quem já tinha matado muitos um chapéu marrom e estava muito sujo de sangue e em suas mãos tinha uma bela faca de uns 20 centímetros pronta pra perfurar suas tripas, Ele tem o medo no olhar e a "mão de deus" em sua mão, um silencio... que chega a dar agonia nas vísceras bang, bang um grande susto para os que estavam de fora.

A mulher foge com as crianças, um certo vazio bate em seu peito como se algo de terrível estivesse para acontecer ou já estivesse acontecido ela olha as crianças e chora por não saber o que fazer e pensa: Irei voltar não posso ficar sem saber o que esta acontecendo.

- Elas diz ao seu filho mais velho para que guie a charrete para casa de seus avós que ela ira voltar.

Quando esta voltando ela avista de longe que 3 dos marginais estão indo em sua direção, seu coração dispara ela abre a mala que carrega dentro tem um rifle.

ela tira o rifle olha na massa de mira e atira, BANG, de longe ela olha o corpo sem vida cair e ficar com o pé preso no estribo e o corpo se arrasta no chão. Ela cria confiança recarrega o rifle.

O outro homem abre fogo em sua direção, ela percebe que ele esta com medo e novamente olha na massa de mira e o segue com a justiça dos homens e abre fogo BANG.

O homem tira o corpo de cima dele, ele tem uma faca presa em seu ombro é isso dói muito, mas agora ele tem confiança sabe que sua família deve estar longe nesse momento ele so tem uma munição guarda sua arma na cinta respira fundo para tentar tirar a faca de seu ombro mas ele tem o medo e o ódio é como se tivesse um demônio em seu coração que o faz querer viver agora é por honra.